A cultura no Brasil colônia

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A cultura no Brasil colônia

Mensagem por Admin em Qua Jun 01, 2016 3:12 pm

O primeiro europeu a chegar às terras que hoje formam o Brasil foi o espanhol Vicente Yáñez Pinzón no dia 26 de Janeiro de 1500.

Apesar disso, oficialmente o Brasil foi descoberto em 22 de Abril de 1500 pelo navegador português Pedro Álvares Cabral, que, no comando de uma esquadra com destino à Índia, chegou ao litoral sul da Bahia, na região da actual cidade de Porto Seguro.

A partir de 1530, a Coroa Portuguesa implementou uma política colonizadora, inicialmente com as capitanias hereditárias, depois com o governo-geral, instalado em 1548.

A descoberta de metais preciosos nos últimos anos do século XVII possibilitaria ao Reino português superar a crise económico-financeira dando novo fôlego à colonização do Brasil.

Com a decadência da mineração na segunda metade do século XVIII, a agricultura exportadora voltou a ocupar uma posição de destaque na economia colonial. Esse fenómeno foi chamado pelo historiador Caio Prado Jr. de “renascimento da agricultura”, estando ligado, de um lado, ao incremento demográfico do éculo XVIII e, de outro, à grande alteração da ordem económica inglesa em meados do século, com a Revolução Industrial.

No início do século XIX, com a transferência da Corte Portuguesa para o Brasil, fugindo das tropas de Napoleão Bonaparte, o regente Dom João VI abriu os portos do país, permitiu o funcionamento de fábricas e fundou o Banco do Brasil. Com isso, o país tornou-se Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e Dom João VI, coroado rei. Logo depois voltou para Portugal, deixando seu filho mais velho, Dom Pedro I do Brasil, como regente do país.

Em 7 de Setembro de 1822, Dom Pedro proclamou a independência e reinou até 1831, quando foi sucedido por seu herdeiro, Dom Pedro II, que tinha apenas cinco anos. Aos catorze anos, em 1840, Dom Pedro II teve sua maioridade declarada, sendo coroado imperador no ano seguinte. No final da primeira década do Segundo Reinado, o regime estabilizou-se. As províncias foram pacificadas e a última grande insurreição, a Revolta Praieira, foi derrotada em 1849. Nesse mesmo ano, o imperador extingue o tráfico de escravos. Aos poucos, os imigrantes europeus assalariados substituíram os escravos.

A independência do Brasil marcou o fim do tumultuado conflito entre as tentativas de Portugal para (re)colonizar o Brasil e deixou para depois a resolução dos imensos problemas da nova nação: a crise económica, a guerra com Portugal, a necessidade de reconhecimento pelas nações estrangeiras e a elaboração da nova Constituição.

No contexto geopolítico, o Brasil alia-se à Argentina e Uruguai e entra em guerra contra o Paraguai. No final do conflito, quase dois terços da população paraguaia estava morta. A participação de negros e mestiços nas tropas brasileiras na Guerra do Paraguai deu grande impulso ao movimento abolicionista e ao declínio da monarquia. Pouco tempo depois, em 1888, a princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, assina a Lei Áurea, que extingue a escravidão. Ao abandonar os proprietários de escravos, sem os indemnizar, o império brasileiro perde a última base de sustentação.

Em 15 de Novembro de 1889, ocorre a proclamação da república pelo marechal Manuel Deodoro da Fonseca e tem início a República Velha, terminada em 1930 com a chegada de Getúlio Vargas ao poder. A partir daí, a história do Brasil destaca a industrialização do Brasil e a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial ao lado dos Estados Unidos; o movimento militar de 1964, onde o general Castelo Branco assumiu a presidência.

O Regime Militar, a pretexto de combater a subversão e a corrupção, suprimiu direitos constitucionais, perseguiu e censurou os meios de comunicação, extinguiu os partidos políticos e criou o bipartidarismo. Após o fim do regime militar, os deputados federais e senadores reuniram-se, em 1988, em assembleia nacional constituinte  e promulgaram a nova Constituição, que amplia os direitos individuais. O país redemocratiza-se,  avança economicamente e cada vez mais se insere no cenário internacional.

No entanto, antes mesmo de o Brasil se tornar Brasil, o número de índios no país ultrapassava a marca de dois milhões. Divididos em diversas tribos, como a dos tupi-guaranis, a dos tapuias, caraíbas, entre outras; eles já haviam batizado a terra de Pindorama, referindo-se às palmeiras existentes no território.

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/História_do_Brasil

http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/descobrimento-do-brasil/

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